Sábado
Ago272016

Como você compreende o todo?!

Não existem pessoas desorganizadas, mas estilos diferentes de organização. Cada um desses estilos pode parecer estranho, a ponto de ser rotulado de desorganizado ou caótico para quem não o compreende. Um ponto importante, mas nem sempre compreendido é o modo de apreensão do todo de cada um deles, que pode nos deixar confusos sobre com essa pessoa lida com a realidade.

O primeiro grupo, os sequenciadores apreendem o todo indo do detalhe, para o detalhe, para o detalhe, até formarem uma visão global de um aspecto da realidade com que estiverem lidando. A eles não satisfaz plano básico: querem o detalhamento completo daquilo que vai ser realizado. Um esquema é algo muito incompleto. Um procedimento precisa conter todos os detalhes.

O segundo grupo é o dos classificadores. São os que melhor compreendem a parte à luz do todo e estão sempre perguntando a que conjunto pertence determinada parte. A lógica das classes é seguida rigorosamente, para que nenhum elemento possa estar fora de seu grupo. O documento sempre será encontrado no diretório a que pertence. Não haverá um parafuso na gaveta dos pregos, nem uma meia na gaveta das cuecas.

O terceiro grupo é o dos agregadores. Para eles, tudo é parte de alguma coisa. Uma peça sempre se encaixará ao todo, não importa qual seja a mudança que precisará ser feito no conjunto das coisas para que nele se adapte. Daí sua facilidade de gerenciar pessoas. Todos são bem-vindos ao grupo e nele terão um papel. Não se perde uma pessoa, não importa o que saiba ou de onde tenha vindo. Todos querem pertencer ao seu grupo.

O quarto grupo é o dos analógicos. O que mais dá sentido ao todo é a metáfora, é a relação entre as partes. Não lhes importa os detalhes, nem as suas partes componentes, mas a relação entres os elementos de sua estrutura que vão determinar o processo pelo qual o todo funciona. Uma analogia pode ser feita, por mais caótico que o sistema pareça. Por isso lidam muito bem com o caos. A compreensão do processo segundo o qual o todo funciona produz intuições, geralmente não muito fáceis de compreender para os que compreendem o todo por outras formas.

A PNL compreender que todos os tipos de organização são bons! Para aprender mais sobre estes padrões, participe do curso completo de formação em PNL. Clique aui, para mais informações!

-Mauricio de Souza Lima-

Quarta-feira
Ago172016

23ª turma de formação em PNL

No próximo final de semana, teremos nossa 23ª turma de formação em Programação Neurolinguística! Esse curso abrange o Practitioner e Master Practitioner em PNL. Falaremos da PNL como um todo, serão várias ferramentas para comunicação, relacionamento e compreensão de como nós e as outras pessoas funcionam. 
Esse curso tem foco numa conhecimento da PNL que é a modelagem. O que significa que os alunos terminam o curso aptos a utilizar a PNL para mapear o funcionamento do mundo interno das outras pessoas, adiquirir habilidades e até mesmo resolver problemas. 

Participe, ainda temos vagas! 

Quarta-feira
Ago172016

O IbraPNL agradece!

Em julho e agosto o IbraPNL trouxe para o seu público mais um ciclo de palestras com temas interessantes e entrada franca. Foi muito legal, tivemos a oportunidade de conhecer várias pessoas interessantes que acabaram virando amigos do nosso Instituto. Foram muitos mapas mentais coloridos, risadas e reflexões!

Gostaríamos de agradecer o carinho de todos, foi muito bom ter vocês em nossa casa!
Fiquem ligados na nossa programação, no fimde ano, teremos mais um ciclo de palestras. ;) 

Quinta-feira
Jun022016

O efeito nefasto do elogio

Elogios, cobranças, acusações, crítica, correções, julgamentos e diversas formas de ajuda são padrões de comunicação que afirmam algo sobre o mundo interno do interlocutor. Geralmente, isso tem a intenção, consciente ou não, de levar o outro a adaptar-se à expectativa do comunicador. Pode parecer estranho ou surpreendente que o elogio faça parte dessa lista. Talvez, exatamente por não parecer que pertence ao conjunto, o elogio seja o mais nefasto, o mais perturbador destes padrões!

O elogio deveria comunicar simplesmente o reconhecimento genuíno e espontâneo do resultado produzido pelo interlocutor, mas geralmente não funciona assim, porque não é dirigido ao seu resultado, mas ao seu mundo interno. O que poderia ser “Olha, você acertou”, é veiculado como “Nossa, como você é inteligente”! O segundo jeito deixa o interlocutor com a obrigação de acertar de novo e gera uma ansiedade desnecessária, aumentando a possibilidade de erro na próxima tentativa. A insistência nesse tipo de elogio com leitura de mente, isto é, com afirmações sobre o mundo interno do outro, acaba por produzir no outro um grande medo de errar. Pergunte a um procrastinador se ele foi uma criança ou um jovem muito elogiado e a resposta será um sim.

O elogio carregado de intenção de agradar, de educar, de estimular o outro, de influenciar e educar pessoas, pior do que ineficaz, é especialmente danoso, principalmente se for estruturado como leitura de mente. O processamento do elogio pela pessoa elogiada é o mesmo da cobrança, da acusação, e do autojulgamento e, mais do que esses, produz um impacto fortemente negativo sobre a autoestima da pessoa. Já o elogio espontâneo e genuíno, sem a intenção de influenciar o outro e com ênfase no resultado, pode até ser bom. Em geral, depois de muito experimentar, tenho preferido não me arriscar a elogiar, deixando para a própria pessoa a avaliação de seus resultados positivos!

-Mauricio de Souza Lima-

Terça-feira
Mar012016

PNL para que? 5 razões para fazer um curso de PNL

Um curso de Programação Neurolinguística pode ser um investimento alto, não apenas de dinheiro, mas de tempo também. Você mesmo pode estar em conflito a respeito de se faz curso de PNL ou algum outro primeiro. Para ajudar nessa decisão, abaixo seguem os principais ganhos que as pessoas têm, ao fazer um curso de PNL:

 

  1. Crescimento pessoal: É impossível passar por um curso de PNL e não mudar algumas coisas a seu respeito. Para trabalhar dentro da lógica da PNL, é necessário mudar alguns paradigmas que acabarão deixando o seu modo de ver o mundo mais leve.
  2. Comunicação eficaz: No curso você irá aprender ferramentas para deixar a sua comunicação mais clara. Além de compreender melhor a funcionalidade da linguagem e aprender a colher informações mais objetivas das outras pessoas, você aprenderá a ver a sua comunicação pelo ponto de vista do outro, deixando-a muito mais compreensível e persuasiva.
  3. Relacionamentos melhores: No curso aprendemos a compreender o mundo interno do outro. Ao entender a lógica e critérios da outra pessoa, tendemos a ficar mais tolerantes e a encontrar qualidades onde antes víamos apenas problemas. Depois da PNL, as pessoas tendem não apenas melhorar seus relacionamentos, mas a serem mais felizes dentro de suas relações.
  4. Compreender como as pessoas funcionam: A PNL traz a forma de mapear o caminho pelo qual uma pessoa exerce uma habilidade ou como alguém faz para ter um problema. Descobrimos a sequência de passos, critérios, enfim, o processo cognitivo que leva alguém a ter uma determinada programação. Esse conhecimento pode ter várias utilidades. Podemos querer adquirir uma nova habilidade, transferi-la para alguém, ou mesmo selecionar pessoas. Podemos também ajudar pessoas a resolverem conflitos importantes.
  5. Inteligência Emocional: No curso do IbraPNL, especialmente, você poderá aprender como funciona a dinâmica das emoções e como utilizar melhor nossos sentimentos.

 

Estes são alguns dos ganhos que as pessoas têm, ao terminar o curso de PNL. Para saber mais sobre o nosso curso de formação em PNL clique aqui! Para tirar alguma dúvida, entre em contato conosco! Clique aqui para mandar uma mensagem ou ligue para (31) 3372-1308.

Terça-feira
Mar012016

Culpa ou Conflito de Princípios?!

A culpa talvez seja o mais execrado dos sentimentos, chegando mesmo a ganhar da inveja! Entretanto, tenho a coragem de dizer que está entre os nossos sentimentos mais nobres. Sem culpa, a sociedade humana não existiria. É claro que existe uma confusão aí. Vou tentar esclarecer. Culpa é o que sentimos quando estamos diante da possibilidade de violar um princípio, uma regra, uma lei. Sua função mais elevada é a de manter os nossos valores. Na prática, como isso funciona? Diante da possibilidade da violação de um desses princípios ou valores, sentimos um pico de culpa, desistimos da violação e voltamos ao nosso estado normal. Esse é o modo mais natural de sentir culpa. Um princípio, um valor, um padrão ou um critério foi mantido, sem causar tensões maiores ou sintomas problemáticos.
Em geral, o que as pessoas chamam de culpa é muito diferente disso. Vejamos o exemplo daquela pessoa que diz não saber dizer não. Quando é solicitada a alguma coisa para a qual não estaria disponível, pensa em dizer não, mas logo desiste diante da possibilidade de sentir-se culpada negar alguma coisa para alguém, escolhe dizer sim. Entretanto, o sim também não era adequado e ela se sente culpada de ter concedido o que não deveria. Há muitos exemplos de pessoas assim e, em realidade, estão sofrendo por causa do conflito de princípios. Um princípio infantil diz que a menina boazinha deve estar sempre disponível para ajudar mamãe. Isso era adequado na infância, mas há um princípio da vida adulta que diz que cada um deve cuidar das suas coisas, e que, em função de uma boa distribuição de tarefas, não seria adequado ficar sobrecarregada só para que outra pessoa fique folgada! Outros exemplos podem ilustrar melhor:
1. Infantil: nunca devo desagradar nem desapontar os outros. Adulto: é necessário ser franco com as pessoas para corrigir erros e falhas
2. Infantil: melhor calar-se do que incomodar as pessoas. Adulto: é melhor dizer o que precisa ser dito para evitar a ilusão de que a pessoa poderia se tornar abusiva.
3. Infantil: eu tenho que ser o melhor. Adulto: vou obter resultados relativos com os recursos que tenho
Em resumo, a pessoa que tenta manter princípios infantis arcaicos e inadequados para a vida adulta está em conflito, de modo a não ser possível atender à realidade infantil e a ter dificuldades significativas para se adaptar à vida adulta. A pressão contínua do sentimento de culpa gera considerável tensão e um número grande de sintomas produzido por esse estado tenso contínuo, como bruxismo, dor nos ombros, dor de cabeça, refluxo, intestino irritável, disfunções glandulares, fibromialgia e tantos outros. Em geral, uma revisão abrangente dos princípios infantis resolve o problema, mas não é tão fácil! 
Compartilhe, se você achar que as pessoas podem precisar rever seus princípios da infância !!!

- Mauricio de Souza Lima

Quarta-feira
Jan202016

Quer saber se você administra bem o seu dinheiro?

Segunda-feira
Dez142015

Nunca terás espontaneamente aquilo que cobrares!

A cobrança de afeto é uma situação sem saída, tanto para quem cobra, como para quem é cobrado. A espontaneidade é da natureza essencial do afeto. Quem é cobrado, se tenta manifestar seu sentimento, fica desajeitado, incongruente. Se não tentar, terá aquela estranha sensação de não corresponder. Quem cobra não fica satisfeito com a resposta, seja ela qual for. Se positiva foi por ter cobrado. Se negativa, nem cobrando!
O cobrador de afeto se baseia na premissa de que o outro lhe deve a manifestação afetiva cobrada. “Você não me deu bom dia hoje!” Significa “você tem a obrigação de me dar bom dia todos os dias!” Ou “Há três dias você não me diz que me ama!” Significa “Você deve dizer que me ama pelo menos de dois em dois dias!” Do seu ponto de vista, estranhamente, a iniciativa de manifestar afeto deve ser do outro. Acha que cabe ao outro o ônus da prova afetiva. Só falta o cartório do terceiro ofício de protestos afetivos...
Ambos, cobrador e cobrado, estão presos na armadilha de uma linguagem paradoxal. Um significado é atribuído a um comportamento, a partir do qual se tiram conclusões baseadas em leitura de mente. “Eu sei o que se passa com você: quando você não manifesta seu afeto, é que você não me ama de verdade!” A resposta a isso perpetua a armadilha: “Vou provar que essa lógica está errada e que tenho todas as provas do meu amor!” Quanto mais argumentos, mais a relação fica difícil. Não se trata de um problema real. Não é fácil encontrar a saída para esse jogo linguístico.

-Mauricio de Souza Lima - 

Quinta-feira
Set102015

Porque desistimos de nossos objetivos

Era uma vez um jovem chamado Pedro. Pedro já pensava em aprender uma nova língua há algum tempo. Matriculou-se então em um curso de idiomas, feliz com sua decisão. Ele perdeu a primeira aula por força do piloto automático, que o levou direto para a “pelada” semanal com os amigos de infância, programa sagrado e ativo há mais de 10 anos! No segundo dia de aula ele chegou atrasado, porque o trabalho exigiu mais tempo e o trânsito estava caótico. No terceiro dia de aula ele foi... mas sua cabeça estava no campo com os amigos, que telefonaram várias vezes durante o trajeto até a aula para saber a que horas mesmo ele iria chegar. Na quarta aula ele apareceu para negociar o cancelamento de seu contrato.

O que aconteceu com Pedro é o que acontece com todos nós quando não negociamos com nós mesmos nossos objetivos como um todo. Acontece também quando não consideramos os impactos que nossos novos objetivos terão nas nossas relações, tanto pessoais quanto profissionais.

Felizmente, perguntas simples como “esse novo objetivo conflita com algum outro objetivo meu?” ou “esse novo objetivo conflita com os objetivos das pessoas das minhas relações?” pode nos direcionar até onde queremos chegar de forma bem mais tranquila, evitando-se uma série de obstáculos e sofrimentos desnecessários.

Quer mais critérios para bem formular objetivos? Participe do workshop sobre Boa Formulação de Objetivos! Clique aqui para mais detalhes.

-Daniela Bossi-

Segunda-feira
Set072015

A Gerência Baseada em Relações

Somos orientados por princípios, regras, ou leis que aprendemos na infância e essas orientações determinam nosso estilo gerencial. Um gerente é uma pessoa que tem como função principal obter resultados de outras pessoas. Pode ser pai ou mãe, supervisor, coordenador, diretor, etc. Se você está nessa posição, certamente será orientado por um ou mais dos princípios abaixo.
1. Eu tenho que corresponder ao que as pessoas esperam de mim, com perfeição....
2. Eu tenho que ser o melhor.
3. Eu tenho que dar conta de tudo sozinho.
4. Tenho que ser sempre disponível.
5. Devo ser forte, nunca devo fraquejar. Melhor aguentar calado do que incomodar as pessoas com queixas e expressões de raiva.
6. Devo ser um exemplo para as pessoas.
7. Sou o principal responsável para que minha relação com as pessoas seja boa e produtiva.
8. Preciso muito das pessoas. Por isso tenho que ser muito cuidadoso com elas.
9. Em minha equipe há sempre alguém que domina algum processo melhor do que eu.
10. Muitas vezes preciso de ajuda para resolver as dificuldades naturais do processo.
11. Sigo a mesma filosofia em casa e no trabalho: não apoio meu filho com o seu dever de casa, nem dou suporte ao executante na realização das tarefas rotineiras. Cada um deve dar conta das suas coisas.
12. Um gerente não precisa ser a pessoa mais competente da equipe.
13. Na maioria das vezes, um gerente pode não ser tão necessário.
14. O executante pode ter soluções melhores do que o gerente, assim como os filhos podem ter melhores visões da sua vida adulta do que os pais.
Os princípios de 1 a 7 têm origem na infância e podem ser produtivos para o desenvolvimento, e podem ter impulsionado a pessoa para os resultados que lhe levaram a uma posição de destaque. Entretanto, a manutenção dessas regras na vida adulta não é adequada, nem facilita a obtenção de resultados de outras pessoas. Produz o gerente excessivamente competente, perfeccionista, competitivo, centralizador, pretencioso, e pouco inteligente emocionalmente. Pais assim parecem ótimos, mas têm filhos péssimos. Sua pouca confiança na competência dos filhos e dos executantes os levam a desqualificar pessoas e a superproteger. Eles são os competentes, enquanto os outros, logicamente, são os incompetentes. Podem parecer bons a princípio, mas acabam desorganizando os sistemas que deveriam orientar.
O segundo grupo, de 8 a 14 são os gerentes que têm as melhores prerrogativas para lidar com adultos e para favorecer a autonomia dos filhos. São confiantes nas pessoas e dão grande crédito ao potencial de cada um. Faz com que todos se sintam parte de uma equipe bem alinhada com seu propósito.

-Mauricio de Souza Lima-